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10 passos para reduzir os riscos de um AVC

90% dos casos estão relacionados com apenas dez causas

Prevenir sempre é o melhor remédio. E não poderia ser diferente na redução dos riscos para o desenvolvimento de um Acidente Vascular Cerebral, popularmente conhecido como AVC. O InterStroke, estudo publicado recentemente sobre a doença, concluiu que 90% dos casos de AVC não ocorreriam se tivéssemos o acompanhamento e controle de dez fatores.

O neurologista do Hospital Angelina Caron, Eduardo Hummelgen, explica que metade dos fatores identificados estão relacionados com o estilo de vida e podem ser corrigidos com o acompanhamento médico adequado.

“Fatores como alimentação, fumo, gordura abdominal, inatividade física e pressão alta podem ser identificados e acompanhados em consultas de rotina”

Disputa pela liderança

O AVC disputa com doenças como infarto e câncer a liderança do ranking das doenças que mais matam ao redor do mundo. Estima-se que com os cuidados adequados e a prevenção dos dez fatores de risco, o número de pessoas atingidas pela doença poderia reduzir de 15 milhões para 1,5 milhões por ano em todo o globo.

Os dez fatores

  1. Hipertensão. Entre as maneiras para controlar a pressão arterial está a redução no consumo de sal, o hábito de consumir vegetais, verificar a pressão regularmente e, se for hipertenso, utilizar os medicamentos conforme a recomendação médica. Hipertensão é uma doença silenciosa e por isso a teimosia não pode ter vez.
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  3. Inatividade física. Para praticar exercícios e acabar com o sedentarismo escolha uma atividade que lhe dê prazer, elabore uma programação semanal que motive, busque orientação profissional e persista. Se precisar, pense em formar grupos para a prática de exercícios. Será uma ótima oportunidade para novas amizades.
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  5. Colesterol alto. Para lutar contra o LDL e outros tipos do colesterol ruim, maneire nos alimentos com muita gordura ou açúcar, faça check-ups todos os anos para monitorar o colesterol e siga as orientações médicas. Dê uma folga para o bacon e aquele café com açúcar que mais parece um melado.
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  7. Dieta desequilibrada. Pode até ser repetitivo, mas é uma verdade do bem. Metade do prato durante o almoço precisa ser colorida com o verde, laranja, amarelo, roxo e vermelho dos vegetais e legumes. Repensar a quantidade consumida de carne vermelha e processada, gordura trans, sódio e bebidas com muito açúcar também é importante.
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  9. Obesidade. Os quilos extras estão sempre acompanhados de outros problemas como hipertensão, colesterol alto e diabetes. Só aí já vimos outros dois fatores de risco para um AVC. Então, se estiver acima do peso, que tal pensar em emagrecer? Vale pedir ajuda para um especialista.
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  11. Tabagismo. Fumar não está com nada há algumas décadas. Se você está fora de moda, aí vai mais um motivo para dar adeus ao hábito: ele é um dos dez principais fatores de riscos para um AVC. Se for mulher e tomar anticoncepcional o risco é aumentado.
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  13. Diabetes.  O risco de um AVC em diabéticos pode ser de até duas vezes e meia maior que em pessoas sem a doença. Então diminua o consumo de doces e carboidratos, mantenha a glicose dentro dos limites e, se for diabético, monitore a glicemia. Independentemente de casos de diabetes na família, busque o acompanhamento médico para monitorar qualquer alteração ou sinal da doença. Melhor prevenir.
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  15. Estresse. Tensão no cotidiano, pressão na vida pessoal e profissional, cobranças internas, entre outras coisas. Tudo contribui para o aumento do nível de estresse. Mas, como outros fatores, esse também depende de cada um. Busque reservar um horário na sua agenda para fazer coisas que deem prazer e alegria. Que tal descarregar a energia em alguma atividade física que exija muito ou relaxar com a meditação e ioga? Caminhar no parque também é uma ótima opção.
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  17. Doenças cardíacas. Problemas relacionados com o coração podem ser apurados e monitorados com o acompanhamento de um cardiologista. Procure um especialista para um check-up anual após os 40 anos.
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  19. Álcool. O consumo de bebidas alcóolicas em pequenas quantidades diárias não é considerado um problema. No entanto, o consumo regular e exagerado de álcool é fator de risco para o AVC.
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Clique aqui para saber mais sobre o Angelina Caron e a neurologia.

Sobre o Hospital Angelina Caron

O Hospital Angelina Caron está localizado na cidade de Campina Grande do Sul, na Grande Curitiba (PR). De caráter eminentemente social, o local é um centro médico-hospitalar de referência no Sul do País e um dos maiores parceiros do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. Recebe, anualmente, mais de 350 mil pacientes de todo o país, dos quais 95% pertencem ao SUS. Atua em todas as vertentes da medicina e é um centro tradicional de fomento ao ensino e à pesquisa.  O setor de transplantes é um dos mais destacados, reconhecido internacionalmente, com cerca de 250 procedimentos por ano nas áreas hepática, renal, reno-pancreática, cardíaca e de tecidos corneanos.

Assessoria de Comunicação

Talk Comunicação
Wellington Johann
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